Por Murillo Mouallem

Tem empresa que vive a mesma cena todo ano. Fecha o orçamento, pede disciplina, faz um ou dois cortes pontuais e, alguns meses depois, os custos voltam a subir. A sensação é de frustração: o time negocia, pressiona, corre atrás, mas a estrutura segue pesada. Quando alguém pergunta onde estão as oportunidades, quase sempre aparece um mapa de centros de custo que repete a lógica do ano anterior.
É nesse cenário que o OBZ (Orçamento Base Zero) pode contribuir. Não por ser uma planilha diferente, mas por mudar a pergunta. Em vez de começar do histórico, o OBZ começa da necessidade. Ele coloca na mesa por que um custo existe, qual serviço ele entrega e qual nível de serviço realmente faz sentido para o negócio.
Por que o orçamento incremental esconde desperdícios
O orçamento incremental é útil para manter o negócio funcionando, mas tende a perpetuar escolhas antigas. Serviços contratados porque sempre foi assim, demandas internas que cresceram sem dono, duplicidades entre áreas e custos que surgem como exceção e viram regra. Em um ambiente de pressão por margem, essa inércia custa caro.
O OBZ ajuda a separar o que é essencial do que é hábito. Ele também força uma conversa mais madura sobre valor entregue. Em vez de defender gasto por tradição, cada pacote de custo precisa ser explicado em termos de qualidade, prazo, risco, produtividade e serviço interno.
O que muda na prática
Na prática, o gasto deixa de ser apenas uma conta contábil e passa a ser organizado em pacotes com responsável claro, como viagens, contratos de terceiros, tecnologia, facilities, frota e serviços recorrentes. Para cada pacote, a empresa define premissas objetivas, como volume, frequência, criticidade e nível de serviço. Quando essas premissas ficam claras, a discussão muda: o que precisamos contratar, em qual padrão, e não apenas quanto pagamos.
Outra mudança importante é inverter a ordem da conversa. Antes de partir para renegociação de preço, o OBZ bem conduzido revisa especificação e demanda. Muitas economias sustentáveis vêm de reduzir variação, eliminar exceções recorrentes e remover retrabalho, porque é aí que o custo se multiplica. Para isso funcionar, regras de exceção precisam existir. Quando algo foge do padrão, a organização precisa saber quem aprova, com qual critério e com qual evidência. É esse detalhe que evita a volta do custo por fora.
Armadilhas comuns
OBZ costuma falhar quando vira um evento anual e não uma rotina de gestão. Também falha quando o foco fica restrito a contratos, como se renegociar preço substituísse reduzir demanda e ajustar escopo. Outro erro é cortar nível de serviço no escuro e depois pagar o preço em urgência e retrabalho, o que faz o custo voltar mais alto. Por fim, OBZ não se sustenta sem conexão com a operação: se a execução do dia a dia não muda, o orçamento vira um número, não um sistema de gestão.
O papel da M&B
A M&B apoia a implantação do OBZ com foco prático: transforma pacotes de gasto em decisões objetivas, conecta orçamento à rotina operacional e garante que as economias sejam reais, mensuráveis e sustentáveis.
Building Trust, Driving Growth.
Tem empresa que vive a mesma cena todo ano. Fecha o orçamento, pede disciplina, faz um ou dois cortes pontuais e, alguns meses depois, os custos voltam a subir. A sensação é de frustração: o time negocia, pressiona, corre atrás, mas a estrutura segue pesada. Quando alguém pergunta onde estão as oportunidades, quase sempre aparece um mapa de centros de custo que repete a lógica do ano anterior.
É nesse cenário que o OBZ (Orçamento Base Zero) pode contribuir. Não por ser uma planilha diferente, mas por mudar a pergunta. Em vez de começar do histórico, o OBZ começa da necessidade. Ele coloca na mesa por que um custo existe, qual serviço ele entrega e qual nível de serviço realmente faz sentido para o negócio.
Por que o orçamento incremental esconde desperdícios
O orçamento incremental é útil para manter o negócio funcionando, mas tende a perpetuar escolhas antigas. Serviços contratados porque sempre foi assim, demandas internas que cresceram sem dono, duplicidades entre áreas e custos que surgem como exceção e viram regra. Em um ambiente de pressão por margem, essa inércia custa caro.
O OBZ ajuda a separar o que é essencial do que é hábito. Ele também força uma conversa mais madura sobre valor entregue. Em vez de defender gasto por tradição, cada pacote de custo precisa ser explicado em termos de qualidade, prazo, risco, produtividade e serviço interno.
O que muda na prática
Na prática, o gasto deixa de ser apenas uma conta contábil e passa a ser organizado em pacotes com responsável claro, como viagens, contratos de terceiros, tecnologia, facilities, frota e serviços recorrentes. Para cada pacote, a empresa define premissas objetivas, como volume, frequência, criticidade e nível de serviço. Quando essas premissas ficam claras, a discussão muda: o que precisamos contratar, em qual padrão, e não apenas quanto pagamos.
Outra mudança importante é inverter a ordem da conversa. Antes de partir para renegociação de preço, o OBZ bem conduzido revisa especificação e demanda. Muitas economias sustentáveis vêm de reduzir variação, eliminar exceções recorrentes e remover retrabalho, porque é aí que o custo se multiplica. Para isso funcionar, regras de exceção precisam existir. Quando algo foge do padrão, a organização precisa saber quem aprova, com qual critério e com qual evidência. É esse detalhe que evita a volta do custo por fora.
Armadilhas comuns
OBZ costuma falhar quando vira um evento anual e não uma rotina de gestão. Também falha quando o foco fica restrito a contratos, como se renegociar preço substituísse reduzir demanda e ajustar escopo. Outro erro é cortar nível de serviço no escuro e depois pagar o preço em urgência e retrabalho, o que faz o custo voltar mais alto. Por fim, OBZ não se sustenta sem conexão com a operação: se a execução do dia a dia não muda, o orçamento vira um número, não um sistema de gestão.
O papel da M&B
A M&B apoia a implantação do OBZ com foco prático: transforma pacotes de gasto em decisões objetivas, conecta orçamento à rotina operacional e garante que as economias sejam reais, mensuráveis e sustentáveis.
Building Trust, Driving Growth.
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