Por Murillo Mouallem

Como aplicar o S&OP para dar previsibilidade à produção sem perder agilidade comercial
Em muitas empresas, a orientação ao cliente virou um mantra: “somos flexíveis”, “mudamos rápido”, “fazemos acontecer”. Na prática, isso costuma aparecer como alterações constantes na grade de produção, às vezes duas vezes por semana ou mais, para atender urgências, pedidos novos ou mudanças de mix.
O problema é que flexibilidade sem regra vira falta de visibilidade. A manufatura perde o horizonte mínimo para programar, o time de compras corre atrás, o estoque oscila entre excesso e ruptura, e o custo aparece em horas extras, setups adicionais, queda de produtividade e risco de qualidade. O cliente sente de novo, só que no prazo e na consistência.
Planejamento não é burocracia. É a forma de proteger a promessa comercial com um mínimo de previsibilidade operacional.
O que muda na prática
- Tratar o Planejamento de Vendas e Operações (S&OP) como “acordo do mês”: demanda, capacidade e níveis de serviço combinados com clareza.
- Separar o que é decisão do mês (S&OP) do que é ajuste da semana (reunião curta de execução). Ajuste existe, mas dentro de limites combinados.
- Criar regras simples de “congelamento”: qual parte do plano não pode mudar, qual pode e sob quais condições (por família de produto e criticidade).
- Definir prioridades explícitas: quais pedidos têm preferência quando a capacidade aperta (e quais precisam renegociar prazo).
- Medir e reduzir reprogramações: cada troca de programação tem custo. Quando vira rotina, alguém precisa enxergar e decidir com dados.
- Comunicar capacidade real: prometer flexibilidade sem mostrar restrições faz a empresa “vender para dentro” e pagar a conta na operação.
Indicadores que importam
- Número de reprogramações na semana e seu impacto em setups e perdas.
- Aderência ao plano de produção (quanto do planejado realmente foi executado).
- Nível de entrega no prazo (percentual de pedidos entregues na data prometida).
- Giro e cobertura de estoques por família (para evitar excesso e ruptura ao mesmo tempo).
- Custo adicional de produção (horas extras, trocas de setup, retrabalho).
O papel da M&B
Apoiamos empresas a ganhar flexibilidade com previsibilidade: regras claras, rotinas objetivas de decisão e indicadores que conectam comercial, planejamento e chão de fábrica. O resultado é atender melhor o cliente sem transformar a produção em um eterno “modo emergência”.
Building Trust, Driving Growth.
Como aplicar o S&OP para dar previsibilidade à produção sem perder agilidade comercial
Em muitas empresas, a orientação ao cliente virou um mantra: “somos flexíveis”, “mudamos rápido”, “fazemos acontecer”. Na prática, isso costuma aparecer como alterações constantes na grade de produção, às vezes duas vezes por semana ou mais, para atender urgências, pedidos novos ou mudanças de mix.
O problema é que flexibilidade sem regra vira falta de visibilidade. A manufatura perde o horizonte mínimo para programar, o time de compras corre atrás, o estoque oscila entre excesso e ruptura, e o custo aparece em horas extras, setups adicionais, queda de produtividade e risco de qualidade. O cliente sente de novo, só que no prazo e na consistência.
Planejamento não é burocracia. É a forma de proteger a promessa comercial com um mínimo de previsibilidade operacional.
O que muda na prática
- Tratar o Planejamento de Vendas e Operações (S&OP) como “acordo do mês”: demanda, capacidade e níveis de serviço combinados com clareza.
- Separar o que é decisão do mês (S&OP) do que é ajuste da semana (reunião curta de execução). Ajuste existe, mas dentro de limites combinados.
- Criar regras simples de “congelamento”: qual parte do plano não pode mudar, qual pode e sob quais condições (por família de produto e criticidade).
- Definir prioridades explícitas: quais pedidos têm preferência quando a capacidade aperta (e quais precisam renegociar prazo).
- Medir e reduzir reprogramações: cada troca de programação tem custo. Quando vira rotina, alguém precisa enxergar e decidir com dados.
- Comunicar capacidade real: prometer flexibilidade sem mostrar restrições faz a empresa “vender para dentro” e pagar a conta na operação.
Indicadores que importam
- Número de reprogramações na semana e seu impacto em setups e perdas.
- Aderência ao plano de produção (quanto do planejado realmente foi executado).
- Nível de entrega no prazo (percentual de pedidos entregues na data prometida).
- Giro e cobertura de estoques por família (para evitar excesso e ruptura ao mesmo tempo).
- Custo adicional de produção (horas extras, trocas de setup, retrabalho).
O papel da M&B
Apoiamos empresas a ganhar flexibilidade com previsibilidade: regras claras, rotinas objetivas de decisão e indicadores que conectam comercial, planejamento e chão de fábrica. O resultado é atender melhor o cliente sem transformar a produção em um eterno “modo emergência”.
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