Por Murillo Mouallem

CAPEX vs OPEX: Como decisões mal classificadas afetam o desempenho financeiro
No dia a dia, é comum ver dúvidas e discussões sobre o que é investimento e o que é despesa. E não é apenas “teoria contábil”: classificar errado pode distorcer o resultado, confundir a leitura de desempenho e até criar ruído com auditorias, bancos e investidores.
De forma objetiva: CAPEX é o gasto que vira ativo e gera benefício por mais de um período (por exemplo, uma máquina, uma melhoria estrutural ou um sistema adquirido). OPEX é o gasto do funcionamento recorrente (por exemplo, manutenção rotineira, serviços contínuos, consumo e despesas do mês). O ponto crítico está nas áreas cinzentas: reformas, melhorias, tecnologia, contratos e projetos.
Quando essa fronteira é tratada “no feeling”, a empresa cria surpresas: depreciação que explode no futuro, orçamento que não conversa com a realidade e decisões que parecem boas no mês, mas custam caro no ano.
Recomendamos ter uma política interna clara com exemplos reais do negócio (equipamentos, retrofit, tecnologia, obras, contratos de serviço, licenças) e exigir justificativa simples: qual é o benefício esperado, por quanto tempo e como isso será medido. Então, criar uma padronização no fluxo de aprovações financeiras, poderá auxiliar na revisão e consequentemente a alocação correta do CAPEX/OPEX.
Alguns indicadores que auxiliam na gestão de CAPEX e OPEX:
- ROI (retorno do investimento): compara o benefício gerado com o valor investido.
- Payback (tempo de retorno): em quanto tempo o investimento se paga.
- Impacto de depreciação no resultado: o que foi previsto versus o que está acontecendo.
- Custo operacional pós-implantação: o investimento reduziu ou aumentou despesa recorrente?
O papel da M&B
Apoiamos empresas a padronizar critérios e rotinas para CAPEX e OPEX, conectando decisões de investimento ao efeito real no resultado e no caixa. Menos ruído, mais clareza e decisões mais maduras.
Building Trust, Driving Growth.
CAPEX vs OPEX: Como decisões mal classificadas afetam o desempenho financeiro
No dia a dia, é comum ver dúvidas e discussões sobre o que é investimento e o que é despesa. E não é apenas “teoria contábil”: classificar errado pode distorcer o resultado, confundir a leitura de desempenho e até criar ruído com auditorias, bancos e investidores.
De forma objetiva: CAPEX é o gasto que vira ativo e gera benefício por mais de um período (por exemplo, uma máquina, uma melhoria estrutural ou um sistema adquirido). OPEX é o gasto do funcionamento recorrente (por exemplo, manutenção rotineira, serviços contínuos, consumo e despesas do mês). O ponto crítico está nas áreas cinzentas: reformas, melhorias, tecnologia, contratos e projetos.
Quando essa fronteira é tratada “no feeling”, a empresa cria surpresas: depreciação que explode no futuro, orçamento que não conversa com a realidade e decisões que parecem boas no mês, mas custam caro no ano.
Recomendamos ter uma política interna clara com exemplos reais do negócio (equipamentos, retrofit, tecnologia, obras, contratos de serviço, licenças) e exigir justificativa simples: qual é o benefício esperado, por quanto tempo e como isso será medido. Então, criar uma padronização no fluxo de aprovações financeiras, poderá auxiliar na revisão e consequentemente a alocação correta do CAPEX/OPEX.
Alguns indicadores que auxiliam na gestão de CAPEX e OPEX
- ROI (retorno do investimento): compara o benefício gerado com o valor investido.
- Payback (tempo de retorno): em quanto tempo o investimento se paga.
- Impacto de depreciação no resultado: o que foi previsto versus o que está acontecendo.
- Custo operacional pós-implantação: o investimento reduziu ou aumentou despesa recorrente?
O papel da M&B
Apoiamos empresas a padronizar critérios e rotinas para CAPEX e OPEX, conectando decisões de investimento ao efeito real no resultado e no caixa. Menos ruído, mais clareza e decisões mais maduras.
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